quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Amar y dejar partir
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Primeira vez...
Enviado por Dóris Cristina
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Nômades da Mongólia veem fotos deles mesmos pela primeira vez na vida
Nós nos vemos todos os dias, várias vezes. Nós somos cercados por fotos, espelhos e afins. Acontece muito mais do que eu queria. Telas de login, ícones de MSN, novas imagens no Facebook — retratos não significam mais nada. Mas para estes mongóis, um retrato significa um momento incrível. Você irá sorrir muito durante este vídeo.
Quando os fotógrafos Wilson Philippe e Vanessa Hollander atravessavam a Mongólia, eles sacavam uma câmera instantânea da Polaroid para registrar tudo — um gadget com ares de hipster para o ocidente, mas de tirar o fôlego para nômades que nunca viram sua imagem reproduzida. Principalmente com a imagem reproduzida física e instantanemanete, para que eles possam levar a foto. Pode parecer papo de quem acabou de ficar emocionado com o vídeo, mas nós merecemos uma bela bronca por não darmos valor algum às fotos. A fotografia, seja ela digital ou instantânea, é algo incrível, e se nós não tivéssemos sido atropelados por tecnologias supérfluas, nós teríamos reações parecidas com as dessas pessoas. [Vimeo via PetaPixel]
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Fonte: Gizmodo
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Nômades da Mongólia veem fotos deles mesmos pela primeira vez na vida
mongolia! from wiissa on Vimeo.
Nós nos vemos todos os dias, várias vezes. Nós somos cercados por fotos, espelhos e afins. Acontece muito mais do que eu queria. Telas de login, ícones de MSN, novas imagens no Facebook — retratos não significam mais nada. Mas para estes mongóis, um retrato significa um momento incrível. Você irá sorrir muito durante este vídeo.
Quando os fotógrafos Wilson Philippe e Vanessa Hollander atravessavam a Mongólia, eles sacavam uma câmera instantânea da Polaroid para registrar tudo — um gadget com ares de hipster para o ocidente, mas de tirar o fôlego para nômades que nunca viram sua imagem reproduzida. Principalmente com a imagem reproduzida física e instantanemanete, para que eles possam levar a foto. Pode parecer papo de quem acabou de ficar emocionado com o vídeo, mas nós merecemos uma bela bronca por não darmos valor algum às fotos. A fotografia, seja ela digital ou instantânea, é algo incrível, e se nós não tivéssemos sido atropelados por tecnologias supérfluas, nós teríamos reações parecidas com as dessas pessoas. [Vimeo via PetaPixel]
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Fonte: Gizmodo
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Fim do mundo em 2012
Acompanhe a charge abaixo, que informa como os profetas do passado descobriam os acontecimentos do futuro.
Fonte: Uol Charges.
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Fonte: Uol Charges.
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Ursinho Pimpão no xilindró: música e assédio moral no trabalho
Música está relacionada a casos de assédio moral, mostra estudo
CAMILA MENDONÇA
DE SÃO PAULO
A música está ligada ao bem-estar e à diversão. Contudo, nos últimos anos, ela esteve cada vez mais presente em processos na justiça sobre assédio moral.
Susan Christina Forster, advogada especialista em direito empresarial e em musicoterapia, analisou acórdãos de assédio moral que tramitaram nos tribunais regionais de 2000 a 2010 e constatou que, de uma amostra de 223 acórdãos proferidos no período, 50,4% relacionavam-se a músicas "de cunho erótico-sensual" e 25,2% a músicas do tipo "marcial-solene," os gritos de guerra.
A tese, defendida em agosto de 2010 na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, virou o livro "Música e Humilhação" (Ed. Edgar Blucher), lançado na última semana.
Na obra, a advogada constata que as músicas dentro do ambiente de trabalho muitas vezes não são percebidas como forma de assédio pelos próprios funcionários. No livro, Forster cita "Ursinho Pimpão", da Turma do Balão Mágico, "Na boquinha da garrafa", da Companhia do Pagode, e "Melô do tchan", do É o Tchan, como exemplos de músicas que foram utilizadas em casos de assédio.
"De maneira geral, a música está associada a festa e nem todas as pessoas que praticam [o assédio] têm noção de que ela pode ser ferramenta de assédio", afirma.
A especialista constatou em seu estudo que "a música é associada a dinâmicas e brincadeiras como práticas motivacionais ou como forma de disciplinar o empregado por atrasos ou descumprimento de metas".
Dentre os pontos importantes do estudo, está o fato de os homens representarem 70% dos reclamantes. "Por muito tempo imaginou-se que as mulheres eram as maiores vítimas e talvez até sejam, mas ainda se manifestam menos", afirma.
Leia abaixo trechos da entrevista que Forster concedeu à Folha.
O que você constatou na pesquisa?
Susan Christina Forster - Tirei algumas conclusões. A primeira delas é que a gente encontra essas práticas [músicas dentro das empresas] entre grupos de vendas e em reuniões de treinamentos e normalmente têm um caráter disciplinador. Se a pessoa se atrasa, ela paga mico, ou se a avaliação de cumprimento de metas é ruim, ela faz algum tipo de dança.
Por que as empresas investem nesse tipo de ferramenta?
É uma forma de demonstrar poder e de condicionar [os funcionários] a buscar mais resultados --mesmo a custo de humilhação. As empresas têm a percepção de assédio moral, os sindicatos e o Ministério Público também. Com relação a música não se tem tanto essa percepção porque ela está associada a festa e alegria.
Como é possível diferenciar a música que é utilizada como ferramenta motivacional e aquela que leva ao assédio moral?
Existem duas coisas importantes e uma delas é o contexto. A mesma música você pode usar para se divertir e em outro ambiente ela pode ser constrangedora. E a outra questão é de ordem cultural e familiar: uma determinada música pode ter uma natureza motivacional ou depreciadora. A música traz representações diferentes para grupos diferentes. Quando você descreve que na reunião de avaliação de metas a pessoa tem de se vestir de mulher [para dançar] já traz um contexto depreciativo. A fronteira é tênue.
Esse tipo de assédio vem crescendo ao longo dos anos?
Não fiz esse tipo de análise. Mas comecei a notar que, com as alterações legislativas, você observa que as pessoas se insurgem. É difícil avaliar se houve crescimento ou se houve conscientização.
Qual o caso mais absurdo constatado na sua pesquisa?
Vi bastante coisa que achei absurda. A necessidade de dançar com vestimentas depreciativas é um exemplo. Em cada um desses processos, tentava me colocar naquela situação. É tudo muito absurdo.
O que é preciso para provar denúncias de assédio moral desse tipo?
É uma violência invísivel e essa é uma questão difícil. As pessoas acabam gravando e ainda têm as testemunhas. Mas a demonstração nem sempre é fácil. Alguns processos são longos por conta disso.
Fonte: Folha Uol
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CAMILA MENDONÇA
DE SÃO PAULO
A música está ligada ao bem-estar e à diversão. Contudo, nos últimos anos, ela esteve cada vez mais presente em processos na justiça sobre assédio moral.
Susan Christina Forster, advogada especialista em direito empresarial e em musicoterapia, analisou acórdãos de assédio moral que tramitaram nos tribunais regionais de 2000 a 2010 e constatou que, de uma amostra de 223 acórdãos proferidos no período, 50,4% relacionavam-se a músicas "de cunho erótico-sensual" e 25,2% a músicas do tipo "marcial-solene," os gritos de guerra.
A tese, defendida em agosto de 2010 na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, virou o livro "Música e Humilhação" (Ed. Edgar Blucher), lançado na última semana.
Na obra, a advogada constata que as músicas dentro do ambiente de trabalho muitas vezes não são percebidas como forma de assédio pelos próprios funcionários. No livro, Forster cita "Ursinho Pimpão", da Turma do Balão Mágico, "Na boquinha da garrafa", da Companhia do Pagode, e "Melô do tchan", do É o Tchan, como exemplos de músicas que foram utilizadas em casos de assédio.
"De maneira geral, a música está associada a festa e nem todas as pessoas que praticam [o assédio] têm noção de que ela pode ser ferramenta de assédio", afirma.
A especialista constatou em seu estudo que "a música é associada a dinâmicas e brincadeiras como práticas motivacionais ou como forma de disciplinar o empregado por atrasos ou descumprimento de metas".
Dentre os pontos importantes do estudo, está o fato de os homens representarem 70% dos reclamantes. "Por muito tempo imaginou-se que as mulheres eram as maiores vítimas e talvez até sejam, mas ainda se manifestam menos", afirma.
Leia abaixo trechos da entrevista que Forster concedeu à Folha.
O que você constatou na pesquisa?
Susan Christina Forster - Tirei algumas conclusões. A primeira delas é que a gente encontra essas práticas [músicas dentro das empresas] entre grupos de vendas e em reuniões de treinamentos e normalmente têm um caráter disciplinador. Se a pessoa se atrasa, ela paga mico, ou se a avaliação de cumprimento de metas é ruim, ela faz algum tipo de dança.
Por que as empresas investem nesse tipo de ferramenta?
É uma forma de demonstrar poder e de condicionar [os funcionários] a buscar mais resultados --mesmo a custo de humilhação. As empresas têm a percepção de assédio moral, os sindicatos e o Ministério Público também. Com relação a música não se tem tanto essa percepção porque ela está associada a festa e alegria.
Como é possível diferenciar a música que é utilizada como ferramenta motivacional e aquela que leva ao assédio moral?
Existem duas coisas importantes e uma delas é o contexto. A mesma música você pode usar para se divertir e em outro ambiente ela pode ser constrangedora. E a outra questão é de ordem cultural e familiar: uma determinada música pode ter uma natureza motivacional ou depreciadora. A música traz representações diferentes para grupos diferentes. Quando você descreve que na reunião de avaliação de metas a pessoa tem de se vestir de mulher [para dançar] já traz um contexto depreciativo. A fronteira é tênue.
Esse tipo de assédio vem crescendo ao longo dos anos?
Não fiz esse tipo de análise. Mas comecei a notar que, com as alterações legislativas, você observa que as pessoas se insurgem. É difícil avaliar se houve crescimento ou se houve conscientização.
Qual o caso mais absurdo constatado na sua pesquisa?
Vi bastante coisa que achei absurda. A necessidade de dançar com vestimentas depreciativas é um exemplo. Em cada um desses processos, tentava me colocar naquela situação. É tudo muito absurdo.
O que é preciso para provar denúncias de assédio moral desse tipo?
É uma violência invísivel e essa é uma questão difícil. As pessoas acabam gravando e ainda têm as testemunhas. Mas a demonstração nem sempre é fácil. Alguns processos são longos por conta disso.
Fonte: Folha Uol
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domingo, 18 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Mais um transplante de órgãos deixou de ser realizado em MT
Pois é, gente, como está no título desse post, a situação se repetiu novamente.
A família de Rafael Caniggia (Rafael Mayer de Paula, bicampeão matogrossense de motocross em 2008 e 2009) lutou muito pra conseguir doar seus órgãos, mas por falta de competência e interesse por parte do Estado, pelo menos cinco pessoas perderam a chance de recomeçar suas vidas a partir do transplante de que tanto necessitavam.
A família de Rafael Caniggia (Rafael Mayer de Paula, bicampeão matogrossense de motocross em 2008 e 2009) lutou muito pra conseguir doar seus órgãos, mas por falta de competência e interesse por parte do Estado, pelo menos cinco pessoas perderam a chance de recomeçar suas vidas a partir do transplante de que tanto necessitavam.
Talvez, inclusive, mais alguém tenha morrido ou esteja muito próximo disso em função do descaso do Sistema de Saúde matogrossense, sendo que os órgãos estavam disponíveis e até o episódio do acidente, Rafael gozava de excelente saúde.
A única sala de transplantes de MT não está funcionando, sabe-se lá porquê e os órgãos não puderam ser retirados. Até quando esse estado de coisas?
É revoltante, ultrajante essa situação.
Sinto por Rafael e sua família, sinto pelos que perderam a chance de recomeçar suas vidas.
Sinto por esse Estado prostituído e abandonado chamado Mato Grosso.
O corpo de Rafael Caniggia seguiu ontem para Mineiros, em Goiás, para ser cremado.
O corpo de Rafael Caniggia seguiu ontem para Mineiros, em Goiás, para ser cremado.
Uma parte das cinzas será depositada nas pistas de motocross do estado como homenagem de sua família.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Será?
Enviado por Irene Mello.
Quem acorda cedo é mais magro e feliz, diz pesquisa
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Um levantamento feito com mais de mil homens e mulheres, publicado no jornal Daily Mail, aponta que os que saem da cama mais cedo são mais magros, saudáveis e felizes do que os que gostam de acordar tarde.
O estudo conduzido pela Universidade Roehampton, em Londres, Inglaterra, pesquisou a relação entre hábitos de sono e saúde e descobriu que madrugar diminui os índices de depressão e ansiedade, bem como colabora para o hábito de tomar café da manhã, que também está associado à boa forma.
Entre os pesquisados, 13% acordavam antes das 7h da manhã todos os dias da semana, incluindo sábados e domingos. O total de 6% da amostra disse acordar regularmente antes das 9h, mas estender um pouco mais o sono aos fins de semana.
Segundo o pesquisador Jorge Huber, pessoas que dormem tarde e acordam tarde não são necessariamente menos saudáveis do que os que madrugam, mas as estatísticas apontam benefícios para os que criam o hábito de sair da cama cedo. "Em algumas profissões, há claras vantagens em ser uma pessoa mais noturna, mas há indicações de que dormir tarde colabora para noites mal dormidas", disse ao jornal inglês.
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Michelle Achkar
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Fonte: Terra
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Quem acorda cedo é mais magro e feliz, diz pesquisa
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Um levantamento feito com mais de mil homens e mulheres, publicado no jornal Daily Mail, aponta que os que saem da cama mais cedo são mais magros, saudáveis e felizes do que os que gostam de acordar tarde.
O estudo conduzido pela Universidade Roehampton, em Londres, Inglaterra, pesquisou a relação entre hábitos de sono e saúde e descobriu que madrugar diminui os índices de depressão e ansiedade, bem como colabora para o hábito de tomar café da manhã, que também está associado à boa forma.
Entre os pesquisados, 13% acordavam antes das 7h da manhã todos os dias da semana, incluindo sábados e domingos. O total de 6% da amostra disse acordar regularmente antes das 9h, mas estender um pouco mais o sono aos fins de semana.
Segundo o pesquisador Jorge Huber, pessoas que dormem tarde e acordam tarde não são necessariamente menos saudáveis do que os que madrugam, mas as estatísticas apontam benefícios para os que criam o hábito de sair da cama cedo. "Em algumas profissões, há claras vantagens em ser uma pessoa mais noturna, mas há indicações de que dormir tarde colabora para noites mal dormidas", disse ao jornal inglês.
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Michelle Achkar
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Fonte: Terra
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