sábado, 17 de dezembro de 2011

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O que você não vê no MTTV: Tv Centro América não mostra a falta de responsabilidade com o erário público


Tragédia anunciada
Não é o primeiro caso em que o erário sai prejudicado pelas decisões da Secopa-MT. O contribuinte matogrossense já foi lesado em R$ 600 mil em virtude de um projeto fracassado da Secopa-MT de construir um teleférico na Chapada dos Guimarães.

A mesma secretaria está levando o Estado a se endividar em R$ 700 milhões para construir uma linha bilionária de trens de superfície que conta com a reprovação unânime de técnicos em transporte urbano.

O mesmo órgão gastou R$ 74 mil em um cronômetro para contar quanto tempo falta para a Copa, apenas para desativa-lo dois meses depois.

Neste caso das Land Rovers, o desfecho era previsível. A compra foi feita pela extinta Agecopa (uma autarquia criada pelo governo estadual para cuidar das obras da Copa, substituída pela atual Secopa). À época, o então diretor de infraestrutura do órgão, Carlos Brito, que já foi secretário de Segurança Pública do Estado, deu parecer contrário ao negócio. O documento foi ignorado pelo então presidente da Agecopa e atual secretário da Secopa, Éder Moraes.

Em outra operação desastrada da Secopa-MT, a ideia de construir um teleférico na Chapada dos Guimarães acabou em nada, a não ser um prejuízo de R$ 600 mil ao contribuinte de MT. "Não entendi o motivo da aquisição, nem a forma como ela foi feita. A Secretaria de Segurança não foi ouvida, nem o Ministério da Defesa (que deve aprovar a compra de equipamentos de defesa). Foi um negócio aventureiro", resume Brito.
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Fonte: Uol
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Desabafo logo após o impacto

A vida não é rosa, às vezes tá mais prá cinza profundo.
Me sinto uma idiota completa algumas vezes.
Cumprir regras, prazos, moldes, horários, convenções, exigências...prá quê?
Você rala um tempão, abre mão de coisas importantes,
procura ser decente, honesta o mais que pode e num záz!,
vem um Zé Ninguém e se dá bem.
Faz a todos de palhaço e parece que ninguém vê nada.
Será que tô ficando louca?
Vendo coisas onde não existem?
Ficou todo mundo cego, é isso?
Tô me sentindo roubada.
Um vazio estranho, uma batida descompassada no peito,
um estado de espírito esquisito, alheado, fora de sintonia.
Parece que meus pés não estão no chão.
Que eu não estou aqui.
Meu espírito saiu pra almoço e não se sabe se volta hoje.
Como é que algumas pessoas, se é que se pode considerar que sejam gente, conseguem dissimular tanto cinismo... meu Deus!
Fraudar despudoradamente e acharem que tudo está bem...
Não sou a mais honesta das criaturas, mas peraí... há limites. (Ou não?)
Será que é assim?
Será que eu é que tô errada?
Será que eu é que tomei as decisões erradas, sempre?
Onde me levaram meus 'princípios'?
Valeu a pena ter vergonha na cara?
Hoje, (só por hoje, deixa eu reclamar que dessa vez tô mesmo precisando) chego à conclusão que não.
Só por hoje acredito que o mundo é dos espertos.
Que eles são maioria e que já dominaram o mundo.
Idiotas como eu, merecem ser passados para trás.
Vou pensar mil vezes de hoje em diante, antes de estender a mão a quem quer que seja.
Parar de dar espetáculo de palhaça de graça no circo dos outros.
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terça-feira, 25 de outubro de 2011

só sivê na grobu...

Estava no site da Globo.com.
A forma pode até estar correta, mas deixa o sentido truncado.
A manchete deveria ter sido reescrita.

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Semana Mundial dos Animais

Enviado por Irene Cristina.
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Magdalena Léa homenageia os animais.
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"MIMOSA"
Um jornal noticiou:
"Perdeu-se uma cadelinha.
É branca, toda branquinha,
Com uma fita cor-de-rosa.
É bem mansinha e atende
Pelo nome de "Mimosa".
"Gratifica-se" - dizia -
"Com generosa quantia
A quem entregar"... e dava
O endereço afinal.
O homem larga o jornal
E se põe a comentar:
- "Não há dúvida, é você,
Pois isso logo se vê:
Branquinha, de fita rosa ...
Então, seu nome é Mimosa?
Assenta bem pra você!"
E afagando a cachorrinha,
que no seu colo se aninha:
- "Ora essa, é muito boa!
Deixaram você à toa
E depois vêm com a cantiga?
Mas isso não, minha amiga,
Não vou entregar é nada,
O castigo é merecido.
Se fosse bem vigiada,
Você não tinha fugido.
E quem foi que a socorreu
Quando andava aí perdida?
Portanto você nasceu
Foi nesse dia, querida!
Triste, suja, enlameada,
Faminta, correndo à toa,
Podendo ser esmagada
Aos pés de qualquer pessoa...
E eu salvei-a do perigo!
Não lhe dei comida, abrigo
E tudo, de coração?
Pois dizem que é generosa
A tal gratificação!
Mas isso a mim não me tenta,
Jogo o dinheiro na venta
De quem me tirar você,
Pois o seu dono sou eu.
O antigo dono seu...
Bem, há de se consolar!
Pegue a gratificação
E corra, e compre outro cão,
Que cães não hão de faltar,
Com você eu é que fico!
Capaz de ele ser bem rico,
E ter de tudo na vida,
Uma família querida.
Mas eu sozinho, solteiro...
E do "metal" nem o cheiro!
Escuta aqui, ó tetéia,
Posso ser um vagabundo,
Mas não há ouro no mundo
Que mude aqui minha idéia.
Mas toda vez lá saía
A notícia no jornal:
O outro não desistia
De encontrar o animal.
E cada dia aumentava
O prêmio pela Mimosa.
Cem mil reais andava,
Oferta bem generosa!
O homenzinho então lia,
A cachorrinha afagando
E bem alto, comentando:
- "És uma jóia!" - E ria.
"Que prêmio por seu sumiço!
Deixe porém que eu lhe diga:
Você, você, minha amiga,
Vale bem mais que isso!"
Como entendesse, Mimosa
Abana a cauda vaidosa.
Os dias se sucediam,
E sempre o preço subiam
Pela cachorra perdida.
E o homem punha-se a rir:
- "A coisa está divertida!
"Fazia já quinze dias
Que a cadelinha fugida
Vivia uma outra vida.
Não faltando à condição
De seu sexo volúvel,
Espera ali, no portão,
Novo dono e pressurosa
Salta lambendo-lhe a mão.
E ele ri satisfeito
Aconchegando-a ao peito
Com carinho e com ternura,
Começa então a leitura.
Mas súbito empalidece
Hoje ele não escarnece
Treme na mão o jornal...
Dessa vez o homem não riu
Pegou Mimosa e saiu
Foi entregá-la afinal.
É que não fala em dinheiro
A notícia nesse dia,
Apenas isto dizia:
"Pede-se à alma bondosa,
Que encontrou a Mimosa,
Que a entregue por piedade.
Sua dona é pequenina,
Tem seis anos a menina,
E adoeceu de saudade."
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Magdalena Léa
Livro: "A Criança Recita"
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Até que enfim alguém com bom senso

Metroviários pedem fim de quadro 'Metrô Zorra Brasil'
05/10/2011 - 01h20
DE SÃO PAULO

O sucesso da transexual Valéria (Rodrigo Sant'Anna) e de Janete (Thalita Carauta) no "Zorra Total", da Globo, pode estar com os dias contatos. A Secretaria de Assuntos da Mulher do Sindicato dos Metroviários de São Paulo deve formalizar hoje, na Globo, uma carta em que exige que a emissora retire do ar o quadro "Metrô Zorra Brasil". O órgão afirma que a atração é um incentivo ao assédio sexual, já que mostra no final dos seus episódios um homem encostando e abusando de Janete. "O que é piada no programa acontece todos os dias com milhares de mulheres em nosso país", reforça o sindicato. Procurada pela coluna, a Globo disse que o quadro busca entreter e não incitar comportamentos, muito menos a violência contra a mulher, e que se orgulha de ter sempre defendido os direitos femininos.
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Fonte da notícia: Folha UOL
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Tem gente que não tem talento para fazer humor sem desrespeitar as pessoas de modo geral.
É o caso de alguns imbecis travestidos de humoristas stand up.
Aliás, é bom que se diga, a falta de ética atravessa gerações.
Se prestarmos atenção, Chico Anísio, Costinha, Ari Toledo, José de Vasconcelos, Tom Cavalcante, João Kleber já faziam a alegria de quem gosta de arte em putrefação à décadas, se é que podemos classificar isso de arte...
É possível sim manter a ética e fazer humor e penso que temos de lutar por isso também.
Não é preciso necessariamente ofender quem quer que seja ou incitar comportamentos violentos sob o pretexto de fazer rir.
As pessoas têm que aprender isso nem que seja respondendo perante a justiça.
Melhor que não fosse, mas se a única maneira que a mídia entende é atacando pelo bolso, paciência.
Mau profissional é mau profissional em qualquer situação e esses têm que ser banidos do meio artístico e até da sociedade.
Quem discrimina negros, gordos, deficientes, gagos, albinos, pobres, estrangeiros, gays, idosos, etc, merece cadeia e não audiência.
Há uma sutil diferença entre o humor inteligente e mau gosto ou grotesco.
Fazer humor é uma arte e como tal, é ofício de poucos.
Não dá pra chamar qualquer um de humorista como a televisão vem fazendo há tempos.
Tá na hora de se discutir a ética também no entretenimento.
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Thiago Carmona faz um trabalho interessante, espero que continue assim.
É possível rir, sem ofender ninguém e ainda fazer pensar.

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Face News

Enviado por Dóris Cristina.

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É soda, meu...


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E a indústria ainda alega que mantém um 'rigoroso controle de qualidade'...
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É soda... literalmente.
Cadê a Anvisa nessa hora?

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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Ig Nobel

Ig Nobel premia profetas do Apocalipse; veja outros ganhadores
RAFAEL GARCIA
DE WASHINGTON


O maior antiprêmio da ciência, o Ig Nobel, corrigiu uma injustiça histórica contra os numerólogos do Apocalipse ao listar entre os vencedores deste ano profetas que falharam em prever o fim do mundo por oito vezes.

Os vencedores de 2011 do diploma humorístico concedido todo ano a pesquisas que "primeiro fazem rir e depois fazem pensar" foram anunciados ontem em sua tradicional cerimônia na Universidade Harvard (EUA).

Nomes dos líderes espirituais americanos Pat Robertson, Dorothy Martin, Elizabeth Clare e Harold Camping foram citados com os do coreano Lee Jang Rim, do japonês Shoko Asahara e da ugandense Credonia Mwerinde.

Eles erraram a data do Apocalipse em 1954, 1982, 1990, 1992, 1994, 1997, 1999 e 2011. Ganharam na categoria Matemática por "ensinar o mundo a ter cuidado ao elaborar hipóteses e fazer cálculos".

Os profetas estavam entre os poucos vencedores que não compareceram à cerimônia de entrega. Cientistas que ganharam a láurea em em sete das dez categorias levaram a piada na esportiva e foram a Harvard para a festa.

HORA DO XIXI
Um deles foi Mirjam Tuk, da Universidade de Twente (Holanda), ganhadora em Medicina. A pesquisadora assinou um estudo mostrando como a vontade de urinar altera a capacidade de tomada de decisão das pessoas --em alguns casos, para melhor.

"Mostramos que um alto grau de controle da bexiga está associado a uma maior habilidade para resistir a tentações imediatas em gerenciamento monetário", diz o estudo.

Mas um dos prêmios aclamados pelo público com maior efusão neste ano, o Ig Nobel da Paz, não foi entregue em mãos.

O vencedor foi Arturas Zuokas, prefeito da cidade lituana de Vilnius, que aparece em vídeo no YouTube dirigindo um tanque de guerra e esmagando carros de luxo em vagas proibidas.

O site de vídeos, aliás, fechou pela primeira vez uma parceria com a revista "Annals of Improbable Research", organizadora do Ig Nobel, e transmitiu a cerimônia de premiação ao vivo.

O evento deste ano teve a química como tema central e foi marcado pela apresentação da ópera nerd "O Químico no Café". Rich Roberts, prêmio Nobel (não "Ig") de Medicina em 1993, entoou a canção "Os Elementos", recitando melodicamente toda a Tabela Periódica.

Outros quatro vencedores do Nobel de verdade compareceram à cerimônia para entregar os diplomas.

Também muito aplaudido foi o ganhador do prêmio de Química deste ano. Makoto Imai e seus colegas da Universidade de Ciências Médicas de Shiga mediram a quantidade exata de gotículas de wasabi (a raiz-forte usada para temperar sushi) necessária para acordar uma pessoa.

Imai patenteou seu "alarme de wasabi". Numa emergência como um incêndio, em vez de usar uma sirene, o dispositivo borrifa raiz-forte no ar e provoca irritação no nariz, despertando a todos.

fonte: Folhauol.com
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Mulheres: manual prático

Para quem vive dizendo que não entende as mulheres vão aqui algumas dicas...
Fonte:Revista Marie Claire / Globo.com
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Capítulo 1:

Expert aponta o significado de pequenos gestos que as mulheres fazem no trabalho
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Por Letícia González
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A revista francesa Marie France, do grupo Marie Claire, consultou o psicólogo Joseph Messinger para entender pequenos gestos comuns entre as mulheres. Entrevistado pela jornalista Isabelle Soing, o expert provou que mexer nos cabelos e brincar com joias pode dizer mais sobre uma pessoa do que as palavras que ela usa. Confira:
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COLOCAR O INDICADOR SOBRE A BOCA
O gesto é uma espécie de “curto-circuito” que usamos para bloquear a razão e deixar o instinto e a criatividade assumirem. Para uma mulher, apoiar os cotovelos na mesa e o indicador sobre a boca também é uma maneira de mostrar interesse por um homem.
TAMPAR A BOCA COM AS MÃOS
Apoiar toda a mão sobre a boca enquanto um outro colega fala indica de que temos algo contra o que ele está dizendo. A mão é uma “mordaça imaginária”, o que revela hostilidade e crítica em direção ao colega, mesmo que sem palavras. Esse senso crítico também vale para nós mesmas, quando, por exemplos, estamos concentradas em frente ao computador relendo um trabalho que fizemos.
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SENTAR-SE NA PONTA DA CADEIRA, COM BRAÇOS E PERNAS CRUZADAS
Essa postura revela desconforto e desconfiança face ao interlocutor. Projetar o corpo para frente também mostra o medo de ser censurada ou rejeitada. Cruzar as pernas pode indicar uma vontade de proteger o seu território ou proteger-se do estresse. Cruzar a esquerda sobre a direita é mais frequente quando estamos à vontade. O contrário ocorre mais quando estamos inquietas ou em desacordo.

MEXER NA NUCA OU NA CABEÇA
Em uma reunião, cruzar os dedos atrás da nuca com os cotovelos elevados demonstra cansaço e vontade de fazer uma pausa. Encaixar uma mão na nuca é como usar uma âncora: ela nos tranquiliza face a uma dificuldade e nos dá forças para terminar um trabalho. Atenção: coçar a cabeça com uma caneta equivale a “se armar” para acabar com um colega. Por outro lado, esfregar as laterais do nariz é um claro sinal de hesitação.

CONTAR COM A AJUDA DOS DEDOS
É uma tentativa de colocar as coisas em perspectiva de maneira racional. Fazendo isso, nos reafirmamos ao passar a impressão de dominar nossas ideias e projetos. Paradoxalemente, o gesto mostra uma falta de confiança. Se as coisas estivessem assim tão claras, não precisaríamos enumerá-las...
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Capítulo 2;


Linguagem corporal: o que os pequenos gestos dizem sobre nós, mulheres?
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Por Letícia González


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A revista francesa Marie France, do grupo Marie Claire, consultou o psicólogo Joseph Messinger para entender pequenos gestos comuns entre as mulheres. Entrevistado pela jornalista Isabelle Soing, o expert provou que mexer nos cabelos e brincar com joias pode dizer mais sobre uma pessoa do que as palavras que ela usa. Confira:


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JOGAR OS CABELOS PARA TRÁS
É neles que depositamos nossas emoções (tanto que podemos, em desespero, puxar as madeixas com força). Jogá-los para trás é uma maneira levantar a moral. Já colocá-los atrás da orelha mostra o desejo que não perder as oportunidades à sua frente. Amassá-los e enrolá-los nos dedos pode ser sinal de impaciência ou sensibilidade exacerbada.
MEXER NA NUCA OU NA CABEÇA
Em uma reunião, cruzar os dedos atrás da nuca com os cotovelos elevados demonstra cansaço e vontade de fazer uma pausa. Encaixar uma mão na nuca é como usar uma âncora: ela nos tranquiliza face a uma dificuldade e nos dá forças para terminar um trabalho. Atenção: coçar a cabeça com uma caneta equivale a “se armar” para acabar com um colega. Por outro lado, esfregar as laterais do nariz é um claro sinal de hesitação.
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CRUZAR OS BRAÇOS
O gesto é uma maneira de proteger o território íntimo, principalmente se a pessoa segurar o bíceps entre o polegar e o indicador. É também uma barreira saudável quando estamos frente a alguém que nos monopoliza, nos entedia ou nos impressiona um pouco demais... É uma postura geralmente observada no espaço público, mais comum entre as mulheres, especialmente as grávidas. O braço esquerdo sobre o direito revela um perfil mais defensivo. O direito sobre o esquerdo mostra uma personalidade impulsiva.
CRUZAR OS DEDOS SOBRE OS JOELHOS
Esse gesto mostra o desejo de se proteger, como se fosse um “ritual mágico”. Ele luta contra a insegurança. O joelho direito é a matriz da mobilidade e do progresso. Cruzar os dedos sobre ele indica tédio. Sobre o esquerdo, ligado à fuga, mostra a vontade de terminar o que se está fazendo o mais rápido possível.
MORDER O COLAR
A joia serve como calmante, um pouco como uma chupeta para uma criança. Esticar o colar com o indicador mostra que a situação está sufocante. Por outro lado, brincar com o pendente mostra uma necessidade de ternura e carinho.
APOIAR A MÃO SOBRE AS COSTAS
É uma necessidade de afeto e ternura. Aliás, encostar a mão sobre as costas sempre é. Nos anos 80, estudiosos americanos descobriram que quando se acariciava bebês prematuros nas costas, eles cresciam mais rápido.
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Para quem deseja saber como os homens funcionam, também há dicas aqui.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Comé quié?

Enviado por Dóris Cristina.

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Jorge

"Desisti de tentar te esquecer,
resolvi te querer por querer.
Decidi te lembrar quantas vezes eu tenha vontade,
sem nada a perder..."

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Tava no Facebook...

Enviado por Dóris Cristina.
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"GOVERNADOR DECLARA: “Quem quer dar aula faz isso por gosto e não pelo salário. Se quer ganhar melhor, pede demissão e vai para o ensino privado".
Cid Gomes - Governador do Ceará.

SE VOCÊ ACHA QUE O GOVERNADOR DEVE DOAR SEU SALÁRIO E GOVERNAR POR AMOR, CURTA E COLE ISSO NO SEU MURAL."

. Que tal a gente aprender a votar? .

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Amar y dejar partir


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Primeira vez...

Enviado por Dóris Cristina
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Nômades da Mongólia veem fotos deles mesmos pela primeira vez na vida






mongolia! from wiissa on Vimeo.


Nós nos vemos todos os dias, várias vezes. Nós somos cercados por fotos, espelhos e afins. Acontece muito mais do que eu queria. Telas de login, ícones de MSN, novas imagens no Facebook — retratos não significam mais nada. Mas para estes mongóis, um retrato significa um momento incrível. Você irá sorrir muito durante este vídeo.

Quando os fotógrafos Wilson Philippe e Vanessa Hollander atravessavam a Mongólia, eles sacavam uma câmera instantânea da Polaroid para registrar tudo — um gadget com ares de hipster para o ocidente, mas de tirar o fôlego para nômades que nunca viram sua imagem reproduzida. Principalmente com a imagem reproduzida física e instantanemanete, para que eles possam levar a foto. Pode parecer papo de quem acabou de ficar emocionado com o vídeo, mas nós merecemos uma bela bronca por não darmos valor algum às fotos. A fotografia, seja ela digital ou instantânea, é algo incrível, e se nós não tivéssemos sido atropelados por tecnologias supérfluas, nós teríamos reações parecidas com as dessas pessoas. [Vimeo via PetaPixel]

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Fonte: Gizmodo
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Fim do mundo em 2012

Acompanhe a charge abaixo, que informa como os profetas do passado descobriam os acontecimentos do futuro.

Fonte: Uol Charges.
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Saúde Pública Brasileira


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Fonte: Uol Charges
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Ursinho Pimpão no xilindró: música e assédio moral no trabalho

Música está relacionada a casos de assédio moral, mostra estudo

CAMILA MENDONÇA
DE SÃO PAULO

A música está ligada ao bem-estar e à diversão. Contudo, nos últimos anos, ela esteve cada vez mais presente em processos na justiça sobre assédio moral.

Susan Christina Forster, advogada especialista em direito empresarial e em musicoterapia, analisou acórdãos de assédio moral que tramitaram nos tribunais regionais de 2000 a 2010 e constatou que, de uma amostra de 223 acórdãos proferidos no período, 50,4% relacionavam-se a músicas "de cunho erótico-sensual" e 25,2% a músicas do tipo "marcial-solene," os gritos de guerra.

A tese, defendida em agosto de 2010 na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, virou o livro "Música e Humilhação" (Ed. Edgar Blucher), lançado na última semana.

Na obra, a advogada constata que as músicas dentro do ambiente de trabalho muitas vezes não são percebidas como forma de assédio pelos próprios funcionários. No livro, Forster cita "Ursinho Pimpão", da Turma do Balão Mágico, "Na boquinha da garrafa", da Companhia do Pagode, e "Melô do tchan", do É o Tchan, como exemplos de músicas que foram utilizadas em casos de assédio.

"De maneira geral, a música está associada a festa e nem todas as pessoas que praticam [o assédio] têm noção de que ela pode ser ferramenta de assédio", afirma.

A especialista constatou em seu estudo que "a música é associada a dinâmicas e brincadeiras como práticas motivacionais ou como forma de disciplinar o empregado por atrasos ou descumprimento de metas".

Dentre os pontos importantes do estudo, está o fato de os homens representarem 70% dos reclamantes. "Por muito tempo imaginou-se que as mulheres eram as maiores vítimas e talvez até sejam, mas ainda se manifestam menos", afirma.

Leia abaixo trechos da entrevista que Forster concedeu à Folha.

O que você constatou na pesquisa?
Susan Christina Forster - Tirei algumas conclusões. A primeira delas é que a gente encontra essas práticas [músicas dentro das empresas] entre grupos de vendas e em reuniões de treinamentos e normalmente têm um caráter disciplinador. Se a pessoa se atrasa, ela paga mico, ou se a avaliação de cumprimento de metas é ruim, ela faz algum tipo de dança.

Por que as empresas investem nesse tipo de ferramenta?
É uma forma de demonstrar poder e de condicionar [os funcionários] a buscar mais resultados --mesmo a custo de humilhação. As empresas têm a percepção de assédio moral, os sindicatos e o Ministério Público também. Com relação a música não se tem tanto essa percepção porque ela está associada a festa e alegria.

Como é possível diferenciar a música que é utilizada como ferramenta motivacional e aquela que leva ao assédio moral?
Existem duas coisas importantes e uma delas é o contexto. A mesma música você pode usar para se divertir e em outro ambiente ela pode ser constrangedora. E a outra questão é de ordem cultural e familiar: uma determinada música pode ter uma natureza motivacional ou depreciadora. A música traz representações diferentes para grupos diferentes. Quando você descreve que na reunião de avaliação de metas a pessoa tem de se vestir de mulher [para dançar] já traz um contexto depreciativo. A fronteira é tênue.

Esse tipo de assédio vem crescendo ao longo dos anos?
Não fiz esse tipo de análise. Mas comecei a notar que, com as alterações legislativas, você observa que as pessoas se insurgem. É difícil avaliar se houve crescimento ou se houve conscientização.

Qual o caso mais absurdo constatado na sua pesquisa?
Vi bastante coisa que achei absurda. A necessidade de dançar com vestimentas depreciativas é um exemplo. Em cada um desses processos, tentava me colocar naquela situação. É tudo muito absurdo.

O que é preciso para provar denúncias de assédio moral desse tipo?
É uma violência invísivel e essa é uma questão difícil. As pessoas acabam gravando e ainda têm as testemunhas. Mas a demonstração nem sempre é fácil. Alguns processos são longos por conta disso.

Fonte: Folha Uol



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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Mais um transplante de órgãos deixou de ser realizado em MT

Imagem de Rafael Caniggia, 27 anos, cujos órgãos foram desperdiçados pelo Estado.
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Pois é, gente, como está no título desse post, a situação se repetiu novamente.
A família de Rafael Caniggia (Rafael Mayer de Paula, bicampeão matogrossense de motocross em 2008 e 2009) lutou muito pra conseguir doar seus órgãos, mas por falta de competência e interesse por parte do Estado, pelo menos cinco pessoas perderam a chance de recomeçar suas vidas a partir do transplante de que tanto necessitavam.


Talvez, inclusive, mais alguém tenha morrido ou esteja muito próximo disso em função do descaso do Sistema de Saúde matogrossense, sendo que os órgãos estavam disponíveis e até o episódio do acidente, Rafael gozava de excelente saúde.


A única sala de transplantes de MT não está funcionando, sabe-se lá porquê e os órgãos não puderam ser retirados. Até quando esse estado de coisas?


É revoltante, ultrajante essa situação.


Sinto por Rafael e sua família, sinto pelos que perderam a chance de recomeçar suas vidas.


Sinto por esse Estado prostituído e abandonado chamado Mato Grosso.
O corpo de Rafael Caniggia seguiu ontem para Mineiros, em Goiás, para ser cremado.


Uma parte das cinzas será depositada nas pistas de motocross do estado como homenagem de sua família.


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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Será?

Enviado por Irene Mello.

Quem acorda cedo é mais magro e feliz, diz pesquisa
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Um levantamento feito com mais de mil homens e mulheres, publicado no jornal Daily Mail, aponta que os que saem da cama mais cedo são mais magros, saudáveis e felizes do que os que gostam de acordar tarde.

O estudo conduzido pela Universidade Roehampton, em Londres, Inglaterra, pesquisou a relação entre hábitos de sono e saúde e descobriu que madrugar diminui os índices de depressão e ansiedade, bem como colabora para o hábito de tomar café da manhã, que também está associado à boa forma.

Entre os pesquisados, 13% acordavam antes das 7h da manhã todos os dias da semana, incluindo sábados e domingos. O total de 6% da amostra disse acordar regularmente antes das 9h, mas estender um pouco mais o sono aos fins de semana.

Segundo o pesquisador Jorge Huber, pessoas que dormem tarde e acordam tarde não são necessariamente menos saudáveis do que os que madrugam, mas as estatísticas apontam benefícios para os que criam o hábito de sair da cama cedo. "Em algumas profissões, há claras vantagens em ser uma pessoa mais noturna, mas há indicações de que dormir tarde colabora para noites mal dormidas", disse ao jornal inglês.
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Michelle Achkar
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Fonte: Terra
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Quando formar professores para a escola básica é tarefa 'menor'

Enviado por Elizaine Bagatelli.
Correio Braziliense, 14/09/2011
- Brasília DF

Formação de professores é desvalorizada pelas universidades, avaliam especialistas
Agência Brasil

O ambiente acadêmico ainda considera a formação de professores para a educação básica uma tarefa “menor” o que dificulta a melhoria da qualificação desses profissionais para atuar em sala de aula. Este é o diagnóstico de especialistas, pesquisadores e organizações da sociedade civil reunidas no Congresso Internacional Educação: uma Agenda Urgente.

A formação de professores no Brasil foi tema de discussão em uma das mesas de debates, e há um consenso de que é necessária a revisão dos currículos dos cursos de pedagogia e de licenciaturas. Um dos componente que deve ser fortalecido, na opinião dos debatedores, é o prático. Para os especialistas, o estágio precisa ganhar maior importância e deve ocorrer desde o início da formação do professor.

Uma das principais críticas é que a universidade não prepara o professor para lidar com a realidade da sala de aula, que inclui problemas de aprendizagem e um contexto social que influencia no processo.

“A formação inicial deve estar visceralmente ligada à sala de aula. Ela deve ocorrer em dois lugares: na universidade, onde eu penso, discuto e estudo e naquele lugar que é objetivo maior do professor, a sala de aula”, disse Gisela Wajskop, diretora-geral do Instituto Singularidades. O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Franklin Leão, declarou que apesar do estágio ser obrigatório para a obtenção do diploma, em muitas escolas de formação ele não passa de uma “formalidade”. “O estágio é fundamental para conectar o que o aluno aprende na universidade e o mundo real. Ele precisa sair sabendo como são as escolas, quais são as dificuldades concretas que ele vai encontrar e quem é esse jovem que ele vai ensinar e que ele só estuda na psicologia. Mas o estágio precisa ser bem feito, orientado e cobrado”, ressaltou.

Uma das propostas apresentadas para melhorar a formação, é instituir nas licenciaturas e cursos de pedagogia uma espécie de residência, semelhante a que ocorre nos cursos de medicina e que é obrigatória para o exercício profissional.

Leão aponta, entretanto, que a formação do professor não é a única variável que determina a qualidade do ensino. “A universidade que forma o professor da escola pública é o mesmo que forma o da particular. Mas, a segunda tem resultados melhores nas avaliações”, disse. Membro do Conselho Nacional de Educação (CNE) e do movimento Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos defende a criação de centros ou institutos de formação nas universidades que sejam separados dos departamentos que hoje oferecem as licenciaturas. “O professor da universidade que está preocupado em dar aula na escola de educação básica é visto no seu departamento como inferior porque não está preocupado em publicar artigos nas revistas de ponta”, declarou.

A desvalorização da carreira e dos cursos de formação têm levado ao fechamento das licenciaturas, conforme observou o vice-presidente da Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (Abruc), Marcelo Lourenço. “Nós estamos pedindo socorro porque os cursos estão fechando por falta de procura”.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Luto: faleceu Rafael 'Caniggia'

Nova Mutum (MT) está em luto pela morte de Rafael Mayer de Paula, o Rafael Caniggia.
Bicampeão de MotoCross, esportista de nível nacional, bom filho, generoso e prestativo, simpatissíssimo e querido por todos, Rafael se acidentou enquanto ensinava bicicross para sua turma de alunos, crianças da cidade que o tinham como ídolo.
Numa queda estúpida, Rafael bateu o rosto, esperou dias por atendimento em UTI e veio a falecer hoje pela manhã aos tenros 27 anos.
Rafa era dessas pessoas que a gente mal conhece e já gosta, tamanho era seu poder de cativar todos a sua volta.
Sorriso fácil, sempre cheio de disposição, era a alegria em forma de gente e a realização de seus pais, muito presentes em sua vida.
Uma perda irreparável para a família, ainda mais porque Rafael era filho único.
Quem puder, ore, reze, peça... por ele e por sua família.
É difícil aceitar essa perda, entender o que aconteceu e sentiremos falta dessa figura iluminada e carismática que encheu de luz todos os lugares por onde andou.
Deus te abençoe, Rafael! Até logo!

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Aqui, mais informações.
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Cotas...

Tava no Face de uma amiga:

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Sem entrar no mérito da questão, nenhum deles precisou de Cotas...

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Ser feliz é simples, a gente é que complica...








Fonte: Uol



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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Um dia após o outro...

Dia de alegria.
Hoje fiquei sabendo do resultado de um edital do qual participei.
Fui contemplada e finalmente poderei publicar minha dissertação de mestrado em forma de livro.
Deus é mais!
Foram tantas idas e vindas, falsas promessas e decepções, mas valeu a pena esperar.
Mais um tempinho e o livro tá aí, circulando.
Dedico este clipe àqueles que torceram o nariz e especialmente aos que se esforçaram para que este momento não acontecesse.
Nada como um dia após o outro!
Vamos cantar, minha gente!
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O ego e a criança interior


Tenho pesquisado sobre esses dois temas e encontrei este texto que, para mim, foi interessante. Consta no Blog Modéstia a Parte e nele o leitor encontra os links assinalados em azul neste texto.


Para introduzir o nosso artigo de hoje, escolhi um poema de Fernando Pessoa.

A CRIANÇA QUE FUI CHORA NA ESTRADA
A criança que fui chora na estrada.
Deixei-a ali quando vim ser quem sou;
Mas hoje, vendo que o que sou é nada,
Quero ir buscar quem fui onde ficou.

Ah, como hei-de encontrá-lo? Quem errou
A vinda tem a regressão errada.
Já não sei de onde vim nem onde estou.
De o não saber, minha alma está parada.

Se ao menos atingir neste lugar
Um alto monte, de onde possa enfim
O que esqueci, olhando-o, relembrar,

Na ausência, ao menos, saberei de mim,
E, ao ver-me tal qual fui ao longe, achar
Em mim um pouco de quando era assim.

Já abordamos anteriormente temas que falam sobrre a criança interior, aquela que ainda vive dento de nós e que precisa ser tratada com amor e respeito.
As manifestações infantis dos adultos de hoje são as representações das atitudes reprimidas da criança de ontem. Partimos do princípio de que toda criança precisa de amor, é este sentimento nobre que vai nutri-la, preparando-a para ser um adulto como uma boa autoestima, com senso de pertencimento, com assertividade, seguro e consciente de suas escolhas. Mas, na grande maioria dos casos, nós os adultos de hoje não tivemos a oportunidade de receber de nossos pais um amor incondicional, é certo que eles não tinham a menor condição de nos nutrir com este amor entretanto, também é certo que por conta disso crescemos altamente desnutridos. Hoje, muitos ainda passam pela vida sentindo-se injustiçados e sem capacidade de buscar o que é seu por direito. Outros fazem birra quando estão diante de uma frustração por não acreditarem que tem condições de reagir de uma forma mais madura. Alguns vivem de cabeça baixa, não percebem que tem direito à vida e se sujeitam a vários tipos de situações que alimentam sua baixa autoestima. Há ainda os apegados ao sofrimento que cultivam ardorosamente os momentos difíceis, na intenção de encontrar o conforto do “inferno conhecido”. São muitas as características manifestadas por um adulto mal nutrido de amor.

O esforço de posicionar-se como um pitbull determinado para modificar estes padrões que citamos acima, é algo que gasta uma energia imensa e traz pouco ou nenhum resultado. Muitas pessoas sentem-se orgulhosas po conseguirem “domar” determinados impulsos, o que elas não entendem é que se ao invés de “domar” elas atuassem a partir de cada impulso, seu esforço seria menor e seu resultado muito melhor e permanente. Essas pessoas crescem e evoluem para um caminho mais positivo? Certamente, a princípio sim, entretanto não se dão conta de que esse processo seria muito mais valoroso e menos exaustivo se mergulhassem na origem dos seus comportamentos e os trabalhassem com amor.
Sentimentos não devem ser reprimidos, devem ser reconhecidos, aceitos e trabalhados da maneira correta.

ORIGEM
Um dia, quando ainda criança, sentimos vergonha de ser como éramos. Não tão inteligentes, bonitos, educados, harmoniosos e cheios de sucesso como nossos pais gostariam que fôssemos. Ao percebemos que não estávamos a altura de atender às expectativas daqueles que para nós eram como deuses, decidimos mudar e abandonamos nossa criança na beira da estrada, como diz tão belamente Fernando Pessoa. O que acontece é que aquele menininho e aquela menininha ainda estão lá, paradinhos, assustados, com medo e cada vez com uma necessidade maior de amor. Só existe uma pessoa no mundo capaz de resgatá-la, você.
Tratar esta criança com indiferença, com rancor, com repressão ou tentar domá-la só reforçarão seus sentimentos de medo e ansiedade.
No início o medo poderá fazê-la calar-se, mas logo a fome de amor aumentará e ela gritará por você.

Saber que hoje somos os adultos responsáveis pela criança que existe dentro de nós é algo assustador, mas também libertador. Assustador no sentido de ser um trabalho árduo e que algumas vezes vem repleto de dor, porque o caminho que nos leva de volta até a criança está cheio de registros dolorosos que prefirimos deixar para trás, por nos faltar condições e recursos para enfrentá-los, vimos isso muito bem no artigo Porque reagimos assim.

Entrar em contato com cada sentimento doloroso exige de nós muita coragem. É importante lembrarmos que apesar de toda dificuldade, hoje nós somos adultos e estamos mais estruturados, isto nos possibilita transitar por essa “estrada” com segurança.
Saber que somos responsáveis por nossa criança também é libertador porque de uma vez por todas podemos nos abrir mão das vozes autoritárias daqueles que eram responsáveis por nós. Hoje sou eu quem decido de que forma devo agir, sou eu quem faço minhas escolhas, sou eu quem crio minha vida.
Se você alimenta alguma dúvida sobre o poder de autoridade que os seus responsáveis ainda exercem sobre você, faça o teste. Cada vez que planejar fazer algo que vem adiando há tempo, preste atenção nos pensamentos negativos que surgem e desenvolva a percepção de descobrir a sua origem.

INTERIOR
É muito possível que ao ouvir, em seus pensamentos, expressões do tipo “você é um fracasso”, “você nunca vai conseguir”, “isso não vai dar certo de jeito nenhum”, “você não é tão inteligente como fulano”, “se pelo menos você tão bonita quanto sua prima”, você se recorde de sua infância e das repetidas vezes que ouviu ou recebeu como insinuação algumas dessas afirmações.
Libertar-se da voz autoritária de nossos pais e responsáveis é fundamental. Nossos pais merecem carinho e todo respeito, mas nós já crescemos lembra-se?
Apesar de ainda acontecer com frequência, atualmente já se trabalha em função do respeito que se deve à criança, porém há poucos anos atrás era muito comum e até tido como referência de boa educação, manter a criança à margem, tratando-a como inferior.
Expressões como “faça o que falo e não o que faço”, “coloque-se no seu lugar”, “não se meta na conversa”, “criança não tem opinião”, “engole o choro”, “contenha sua raiva”, “você está fazendo sua mãe ficar doente”, e muitas outras eram comuns e deram origem a uma geração insegura, cheia de medos e anseios, deprimida e constantemente insatisfeita.

A criança não podia expressar opiniões nem sentimentos, não tinha o direito de argumentar e por isso ela pensava, em meio a sua inocência, “deve haver algo errado comigo”. Porque para a criança, não importa o que o adulto faça, ela será sempre a errada. Mesmo no caso mais absurdo de abuso sexual, impotente diante de tanta dor, a criança sente-se culpada e responsável pelo que fez. E quando percebe que não é valorizada, que está errada, decide mudar e crescer. O lado que toma essa decisão, ainda que por falta de recursos para reagir de forma diferente, abandona a “criança inadequada” na beira da estrada e segue sozinho, trasformando-se no adulto de hoje.
Tenho certeza de que você é um adulto muito especial, mas não tenho dúvida de que se começar a tratar a sua criança com respeito e amor, ela se integrará a você e então verás o adulto especial transformar-se no adulto fenomenal.

Muita Coragem e Paz para nós!

Imagem:Ética na Infância

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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Quando a vida imita a arte...

Seria trágica se não fosse cômica a semelhança da letra dessa música com algo que vivi recentemente...
Ironias do destino, literalmente...

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O que é que a baiana tem?


De 31/08 a 3/09 estive em Salvador a trabalho.
Estava com muita saudade dessa terra boa e foi bom revê-la.
O evento, III Enforsup, promovido pela UFBA teve a presença luxuosa de Cipriano Luckesi, show de bola sua palestra sobre avaliação.
Destaque também para a Profª Katia Lima, da UFPE.
De resto... infelizmente o evento deixou a desejar.
Aliás, já fiz viagens à Bahia melhores do que esta.
Eu e minhas companheiras de trabalho e viagem fomos mal recebidas em alguns locais de comércio (Praça de alimentação do Shopping Piedade, Restaurante Barravento, taxistas em geral), alguns pontos da cidade tinham lixo doméstico espalhado pelas calçadas, trânsito caótico, vários engarrafamentos, calor, a praia de Jardim de Alá que já não tem nem jardim e nem Alá, os pivetes do Elevador Lacerda frequentando e 'trabalhando' nas cabines, quase fui assaltada na porta da Igreja do Bonfim as sete horas da manhã (por sorte o taxista que estava comigo conseguiu evitar o pior), demora nos atendimentos (esperei pacientemente uma hora e meia por um sanduíche)...
enfim, Salvador já me recebeu melhor outras vezes, nesta, deixou a desejar.
Como pontos positivos fica o atendimento excepcional de Lua, atendente da Tam no aeroporto, super prestativa, simpática, cativante.
Também de alguns taxistas do Hotel Marazul, na Barra.
Ah, esse hotel, conseguimos por uma bagatela devido a ser baixa temporada e o pessoal do evento ter fechado um precinho camarada com eles. O atendimento não foi cinco estrelas, mas tudo bem, na próxima a concorrência se alegra.
Não consigo entender a paixão de muitas pessoas pelo falecido Toninho Malvadeza, a ponto de manterem retratos por todo lado no comércio, propagandas na tv com homenagens, discursos apaixonados, enfim, falta muito a este país pra se chamar de evoluído porque elevar Antonio Carlos Magalhães à categoria de herói baiano, é demais. Algo absolutamente desprovido de qualquer nexo. Infelizmente cada povo tem o governante que merece ( e aqui em Cuiabá tbm não é mto diferente, fazer o quê...)
Mas Salvador nos deixa com a clara sensação de que não há preparo suficiente para receber a Copa. Assim como Cuiabá. Como disse um dos taxistas, podíamos passar sem esta vergonha perante o mundo. O jeito é respirar fundo e deixar rolar, a desgraça tá feita, tem gente desviando dinheiro, o ministério público não dá conta de tanta demanda, enfim, isso é Brasil, minha gente. Fica o gosto estranho da decepção.
Nem tudo foi chato, logo na chegada ao aeroporto vimos Carlinhos Brown hiper descontraído, recebendo os fãs com todo carinho e atenção.

Lançamento do CD de Carlinhos Brown - Diminuto/ Adobró from Iris de Oliveira on Vimeo.


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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Santa Causa


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Todos os dias passa na TV uma propaganda chorosa pedindo doações em dinheiro para a Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá, a campanha leva o mesmo nome do título deste post.
Curioso é que, ao passar em frente a entrada principal depara-se com a imagem acima, onde uma placa avisa que a troca do telhado levará dos cofrinhos dos contribuintes quase um milhão de reais.
Será que fui eu quem perdeu a noção do valor do dinheiro?
Fiz umas contas aqui e descobri que levaria décadas para juntar esse dinheirinho sacrificado trabalhando.
De duas uma: ou sou eu que ganho pouco ou tem gente facilitando a vida das empreiteiras...
Seria bom o Ministério Público dar uma olhadinha no caso...
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Em homenagem ao imbróglio, Dr Silvana.
Tomara que a mãe não precise de internação depois da queda...

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Artista recria editoriais de moda com mulheres comuns



19/08/2011 - 08h00
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MARINA GURGEL
DE SÃO PAULO

Uma mulher se deita em um canteiro de flores com braços e pernas contorcidos e uma expressão fácil e estranha.

Cena como essa são comuns em editoriais de moda, mas não fazem nenhum sentido na vida real. Cansada de não se identificar com as revistas femininas, a artista Yolanda Dominguez, 34, resolveu criar a série "Poses". Nela, mulheres normais imitam as poses non-sense das modelos, para mostrar que não há identificação das mulheres com os editoriais de moda.

"Tente olhar para uma revista feminina como se você fosse um alien que não sabe nada sobre mulheres. Como você definiria as mulheres que aparecem lá? Absurdas, artificiais. Eu tentei expressar a forma como muitas mulheres se sentem ao ver revistas: a gente não se identifica com esse tipo de mulher, nós somos muito mais que isso. Eu usei 'Poses' para mostrar o quão absurdo aquilo é", disse Dominguez.

Para o cômico trabalho de sair às ruas brincando de estátua, a artista recrutou atrizes de todas as idades, "para mostrar que as mulheres, de no máximo 23 anos e 54 quilos, representam apenas 5% da população e nem isso, já que elas são retocadas por Photoshop".

Durante o experimento, as pessoas que viram as atrizes de Dominguez achavam que tratava-se de loucas ou doentes.

"As pessoas se importaram com as mulheres e pensaram que algo errado estava acontecendo. Muitas tentavam ajudá-las, outras se afastavam, riam ou faziam cara de interrogação. O meu preferido foi uma menina no McDonalds, que disse que aquilo era muito assustador e alertou as mesas vizinhas para chamarem uma ambulância caso acontecesse de novo."

Para Dominguez as poses realmente glamurosas são qualquer uma que "exalte a mulher em seu jeito, sua personalidade... Não há necessidade de se torcer e retorcer ou fazê-las parecer mortas ou doentes."

Segundo ela, o mesmo não acontece com os homens que não fazem papel de ridículo.

"Enquanto que nas fotos as mulheres parecem mortas e malucas, por que os homens não fazem essas poses? Eles estão sempre endireitados, saudáveis e bem-sucedidos. Talvez seja porque os fotógrafos são homens? Isso é algo para se pensar."


Fonte: Folha UOL


P.S. Não consegui postar o vídeo que acompanha a matéria.
Vale a pena assistí-lo, é bem interessante a reação das pessoas, especialmente ao final.
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domingo, 7 de agosto de 2011

Devagar com o andor

Recebi este texto e compartilho.
A preguiça me impede de comentá-lo mais profundamente.
Concordo totalmente com Ivana Bentes em relação a teoria do 'caminho do meio',
afinal, que seria da ciência se não fossem os pesquisadores brazucas que sem grana, sempre sob pressão e sem as mínimas condições ainda produzem mais, melhor, com baixo custo, mais rápido, com mais eficiência, etc, etc?
A verdade é que esse caminho pra nós não é novidade, mas condição.
Para ter acesso a vários links embutidos nesse texto acesse diretamente a fonte, ao final do texto.

Bernardo Esteves




O movimento slow science, que defende a pesquisa feita com tempo para pensar e digerir os resultados, sem afobação e longe da pressão para publicar a qualquer preço, voltou a agitar a internet na última semana. A iniciativa foi tema de textos provocadores e ganhou, na França, uma petição on-line que já levantou cerca de mil adesões.

O manifesto Slow Science – ‘ciência lenta’, em tradução literal – foi publicado on-line em 2010 por um grupo de pesquisadores alemães, inspirado em iniciativas similares surgidas em outros domínios. A mais notória delas é a slow food, que prega a fruição demorada de alimentos preparados com esmero, com ingredientes orgânicos e produzidos localmente, em contraponto às refeições ligeiras e produzidas em escala e ritmo industrial nas grandes cadeias de lanchonetes.

Aplicada à ciência, essa filosofia se traduz essencialmente em fazer pesquisa com tempo para pensar, experimentar e quebrar a cara, se for o caso. Tudo num ritmo bem distante da rotina frenética de publicação na internet. “Somos cientistas”, diz o início do manifesto. “Não blogamos. Não tuitamos. Tomamos nosso tempo.” Apesar dessa recusa das redes sociais, o movimento admite que os blogs e todo o aparato de comunicação da ciência fazem parte do jogo e até criou uma página no Facebook. Diz o manifesto:

“Precisamos de tempo para pensar. Precisamos de tempo para digerir. Precisamos de tempo para discordar uns dos outros, especialmente ao promover o diálogo perdido entre as humanidades e as ciências naturais. Não podemos afirmar de forma contínua o que quer dizer ou para que servirá a nossa ciência, simplesmente porque ainda não sabemos. A ciência precisa de tempo.”

A valorização da produtividade dos pesquisadores medida pelo número de artigos que eles publicam (tema já discutido no blog) é um dos principais focos de crítica da slow science. É preciso privilegiar a qualidade em relação à quantidade, como defende a carta de intenções da versão francesa do movimento, que ganhou página própria no fim de julho.

O manifesto ganhou visibilidade esta semana depois que foi citado pelo jornalista John Horgan, titular de um blog da Scientific American que trata novidades da ciência de forma mordaz. “Parte de mim quer aplaudir os apelos pela desaceleração da ciência”, disse ele no post dedicado ao manifesto. “Afinal, muitas – se não a maioria – das afirmações da ciência acabam se mostrando erradas.”

Ao fim do texto, ele revelou, irônico, por que está com um pé atrás em relação à slow science: “Temo que, se de fato os cientistas desacelerarem e começarem a publicar apenas dados de alta qualidade e teorias que passaram por duas ou três checagens, não terei mais nada sobre o que escrever.”

O post de Horgan motivou uma reflexão instigante de Rebecca Rosen, editora associada da revista The Atlantic. Talvez não se trate apenas de um problema de tempo, segundo sua análise. De nada adianta desacelerar a ciência se não forem corrigidos os problemas que existem nos modelos de financiamento, avaliação e divulgação das pesquisas. “Essas razões são sistêmicas”, disse ela, “e um cientista que seguir os conselhos do manifesto corre o risco de frear apenas a sua própria carreira, sem modificar as causas subjacentes”.

A solução talvez esteja num caminho do meio, como sugeriu a pesquisadora Ivana Bentes, diretora da Escola da Comunicação da UFRJ. “Slow e fast têm diferentes encantos”, disse ela, ao comentar o tema no Facebook. Ela apontou a necessidade de uma contraproposta para o manifesto e deu uma sugestão: “o negócio é criar um ambiente de Estudos Avançados do Tempo Distendido e do Tempo Comprimido”.

Diferentes disciplinas, acrescentou Ivana, exigem diferentes tempos de pesquisa, e a intervenção no presente não pode ser deixada de lado. “A falta de ‘urgência’ e a ideia de uma produção de conhecimento ‘a longo prazo’, sem intervenção e preocupação política, me parecem uma demissão em relação ao presente”, afirmou ela numa mensagem eletrônica. “O que enfatizo e defendo é, ao lado dos diferentes tempos e da slow science, o ‘teoriativismo’ para não cairmos no tédio e indiferença da erudição.”

(foto: William Warby – CC 2.0 BY)
Fonte do texto: Revista Piauí .
Por falar em 'condição', fica o recadinho do Lulu...

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Procuro Livro


Se alguém tiver um exemplar deste livro e quiser revender ou doar, agradeceria muito, pois o mesmo se encontra esgotado e inexistente em estoque de sites de livros usados.
Grata
Dados do livro: Manual de História Oral,
autor: José Carlos Sebe Bom Meihy,
editora: Loyola
edição:5ª
ISBN: 851501324X / 9788515013241

domingo, 24 de julho de 2011

"Nós criamos os drogados e precisamos dos transgressores"

"Back to Black acendendo-se em nossos ouvidos em uníssono para registrar uma despedida que é encontro. A gente sempre foi Amy no recôndito dos nossos sonhos, em nossas lamentações profundas, em nossa ânsia de fórmulas anestésicas, em nosso grito esmagado em busca de uma liberdade que nunca será...

Mas ela tentou, se desesperou, se aliviou, se maltratou; se errou integralmente não sei; sua voz ficará na galeria dessa imortalidade daninha que conferimos aos mitos; seu canto está em muitos antes e depois dela e continua até repousar em outro que tenha de morrer em nome da harmonia deste mundo que adoece os sensíveis, os proponentes, os que rejeitam: a alegria pipoca e macaco, poltrona TV domingo, neuroses bancárias, carro apartamento status... O poder que mata para que haja esta civilizada sociedade dos homens e mulheres bolsonaros".
(Trecho final do texto de Marlon Marcos postado aqui.)

Sua trajetória me lembra esta música de Adriana Calcanhoto.
Infelizmente só existem videozinhos óbvios para esta criação e a mamãezinha aqui também não sabe mexer com a parafernália dessa mídia para fazer algo a altura.
Fica o registro.

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terça-feira, 12 de julho de 2011

O local e o global


USP acha origens da carne do McDonald's com isótopos de carbono

A fim de identificar as características culturais da alimentação mundial, pesquisadores do Laboratório de Ecologia Isotópica do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP viajaram o mundo para analisar o Big Mac, principal e mais conhecido produto da rede de fast-food McDonald's, que está presente em mais de 100 países. "O lanche, considerado o carro-chefe do McDonald's, funciona como um poderoso traçador do sistema de produção de carne dos países. O hambúrguer fornece diversas e variadas informações", informa o pesquisador Luiz Antonio Martinelli, responsável pela pesquisa divulgada pela USP.

Para descobrir onde e como é produzido o principal produto do Big Mac, o hambúrguer, a pesquisa rastreou a cadeia alimentar do gado. Martinelli chegou à conclusão que, apesar de o Big Mac ser uma comida global, seu sabor é local, pois o hambúrguer é originário do rebanho de cada país. "Mas isso não ocorre no mundo todo. Os isótopos estáveis do carbono e do nitrogênio da carne contida em cada um dos Big Macs estudados mostraram, por exemplo, que o lanche consumido no Japão é proveniente da Austrália, com gado alimentado com gramíneas do tipo fotossintético C4".

Esta conclusão foi baseada no fato que as carnes dos lanches japoneses tinham uma razão isotópica do carbono-13/carbono-12 mais elevada do que os esperados num país baseado em uma agricultura de ciclo C3 (norma que caracteriza a forma como a planta faz sua fotossíntese). O fato comprova que o Japão importa carne da Austrália, onde prevalece o modo fotossintético C4 da lavoura, ou seja, das plantas que suportam altas luminosidades, fato que não ocorre no país nipônico.

Esta pesquisa permitiu chegar a três conclusões. "A primeira é que com um simples hambúrguer é possível rastrear o que o gado come pelo mundo todo. A segunda nos confere a possibilidade de estabelecer como carnes produzidas em diferentes países viajam pelo mundo. E a terceira é que, por uma questão de mercado, o igual não é tão semelhante assim", relata Martinelli, que empregou o conceito "glocal" (global + local) para caracterizar o Big Mac.

É curioso que até existe um índice econômico que calcula o preço do Big Mac em todos os países em que é consumido, com o intuito de medir o valor de uma moeda em relação ao dólar, o Big Mac Index. "O famoso lanche do McDonald's tem a capacidade de estar, ao mesmo tempo, atualizado ao sistema mercadológico das empresas globais sem perder a influência cultural imposta pelo mercado local", conclui o pesquisador.

Fonte : Terra
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domingo, 10 de julho de 2011

Sentidos e apropriações da cultura

Achei bem interessante a matéria, daria uma boa discussão.
Mas tô com PREGUIÇAAA de escrever e cheia de serviço, então fica o registro.
Por falar em apropriações culturais, Cordel de Fogo Encantado faz isso como ninguém.
Ei-lo:

Prá quem quiser acompanhar a letra, clique aqui.
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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Próximo destino: Pernambuco


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Gente original


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Oásis no meio de um deserto de violência, exclusão e morte.
Mesmo com toda polêmica que possam causar as iniciativas do Afro Reggae, merece todo respeito, admiração e apoio.
Vida longa, saúde e paz ao grupo e ao Zé Júnior.
Que o efeito Shiva tome conta do nosso país.
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Para ver a parte 2, acesse aqui.

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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Gente estúpida


E ainda tem quem pague pra ouvir isso e ache graça.
Será que esse cara nasceu de chocadeira?
Pensando bem, quem pariria isso...
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Resumo da manhã de hoje

Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul...
(...)
Não era mais o mesmo, mas estava em seu lugar.
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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Pulisssaaaaaa!!!!




A imagem fala por si.

Pelo mesmo motivo, Juan Moraes foi assassinado.
Até quando gente despreparada, mau caráter vai continuar sendo sustentada com dinheiro do contribuinte?
Até quando pretos e pobres terão de ser penalizados neste país?
Já não chega vivermos acuados com medo dos bandidos, temos que temer também a polícia.



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Vai sonhando, vai...


Este governo mal consegue descascar os abacaxis cotidianos e do jeito que a coisa vai nem se sabe se chegará ao fim, mas já tá cogitando segundo mandato...
Merece um clipinho cafona!

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Um Tiririca vale mais que três pós-doutores


Um professor de universidade federal, no último nível de capacitação, depois de mil descontos, ganha cerca de oito mil reais. Isso depois de ter passado uma vida ralando, estudando, produzindo pesquisas, abdicando da sua vida pessoal, etc.
Um nobre deputado, ainda que analfabeto (sim, há casos flagrantes por lá), leva só de salário R$ 26.000,00, ou seja, custa três pós-doutores federais com pelo menos 20 anos de estrada.
Que tal colocar Tiririca, Romário, Popó e afins para cuidar da educação dos pimpolhos dos nobres colegas parlamentares?
Que tal se todo político deste país fosse obrigado por lei, a educar seus filhos unicamente em escolas públicas nacionais?
Que tal se todos eles fossem obrigados a utilizar apenas os serviços públicos de saúde também?
Óbviamente que todos estudariam nos Pedro II da vida, etc.
É óbvio que a lei do jeitinho imperaria de uma maneira ou de outra, mas que seria interessante ver os desdobramentos desse imbróglio, ah seria...

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terça-feira, 5 de julho de 2011

Xô, pobre!



O discurso democrático-solidário sabatino pode nos comover até as lágrimas, já que a função de oferecer circo a preço módico é função da mídia aberta mesmo.
Mas quando se cutuca só um pouquinho sobre a vida privada das celebridades... quanta diferença (abafa o caso!). E tem mais peripécias do coleguinha do caldeirão...
Aliás, quem disse que esse tipo de engodo midiático sai barato pro povão?
De um jeito ou de outro, a gente paga e muito caro, isso sim.


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Afff, só Jesus na causa!

Vamos desopilar!
Afaste as cadeiras, ergua o volume e dance, que Nando Reis é um baita antidepressivo!


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Mensalão II ou as inconsequências do voto


O que leva um eleitor a dar seu voto para um candidato que tem na ficha corrida vários processos por corrupção, escândalos de repercussão nacional, denúncias de compra de votos e sabe-se lá mais o quê?
A mídia bombardeia a criatura o tempo todo, denunciando seus feitos.
Hoje em dia a informação chega em tempo real até na mais remota aldeia indígena, perdida no mais inacessível canto desse país, ou seja, todo mundo tem acesso aos acontecimentos.
Mesmo assim, há quem vote nesse tipo de representante e não é pouca gente.
Simplesmente não consigo aceitar.
Posso tentar entender, mas aceitar é outra coisa.
Se o cara já estava 'trabalhando' com mensalão antes, o que esperavam que ele fizesse agora?
Que ele ia continuar aprontando era óbvio, o mesmo não deveria ter sido em relação ao voto popular nesse tipo de criatura, mas foi.
Waldemar Costa Neto e companhia não podiam dar outro tipo de resposta aos seus eleitores, corrupção faz parte do DNA deles.
Enquanto continuarmos 'assistindo' passivamente o show de misérias diário apresentado pela mídia, essa realidade não muda, ao contrário, piora.
E a responsabilidade continua sendo nossa, sempre será.
Ou o eleitor brasileiro toma tenência e aprende a votar, banindo essa raça infeliz da vida pública, ou vamos continuar assistindo eternamente essas barbaridades, sendo roubados descaradamente e vendo bandidos rirem da nossa cara de palermas felizes.

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sábado, 2 de julho de 2011

Fede, mas tem dinheiro pra comprar perfume

Estão tão facilitadas as condições do feirão da Tia Dilma, que todos estão aproveitando, todos mesmo.
Tá todo mundo ganhando dimdim do cofrinho do BNDES, até Eike Batista, pasmem!
Sei não, mas acho que deve ter algo mais rolando aí, além da falta de vergonha habitual na destinação de recursos públicos tupiniquins.
Não entendo nada de economia, senão já teria meus bilhõeszinhos, mas tem algo aí que não tá cheirando bem.
Estaríamos às portas de um novo escândalo, em proporcões titânicas no mercado financeiro mundial, visto o poder de destruição da EBX?
Um grupo desses precisa de financiamento externo pras suas investidas?
Qual o retorno social disso, já que os lucros das transações foram fomentados a custa do dinheiro público?
Até quando a gente vai continuar levando fumo na aplicação dos impostos que sequer temos a escolha de decidir pagar ou não?
Até quando Eikes, Dinizes e mais uma extensa lista de nomes de bem nascidos vão continuar mostrando os dentes na mídia, nos deixando com a sensação de idiotas impotentes?
Quando finalmente seremos cidadãos neste país, além de apenas eleitores e contribuintes compulsórios?
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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Turma do Brucutu

Parece que a Tia Dilma esqueceu ou não entendeu
a parte do endurecer, pero sin perder la ternura jamás.
Dá uma olhada nas amigas que a moça chamou pro passeio na floresta...
Lobos e cordeiros que se cuidem, que as jararacas estão soltas e com quase sete bilhões à disposição.
Detalhe, esse orçamento não tem uma especificação pré-determinada dos gastos lá na sua origem, pois se destina a fazer política conforme as necessidades forem surgindo...
Definir que necessidades e, de quem, é onde está o veneno.
Mais uma vez, Titãs é quem está com a razão, se é que existe uma:

É seu dever manter a ordem
É seu dever de cidadão
Mas o que é criar desordem
Quem é que diz o que é ou não?
São sempre os mesmos governantes
Os mesmos que lucraram antes
Os sindicatos fazem greve
Porque ninguém é consultado
Pois tudo tem que virar óleo
Pra por na máquina do estado

Quem quer manter a ordem?
Quem quer criar desordem?

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Dois kilos de BNDES num Pão de Açucar

Esta gestão vai de mal a pior, misericórdia...
Mais uma da Tia Dilma:
dinheiro do BNDES pra favorecer Pão de Açucar, Casino e Carrefour.
Dois bilhõeszinhos só, gente.
Mas fiquemos tranquilos, porque o dinheiro público tá sobrando:
a saúde, educação, cultura, as estradas, previdência e tudo o mais, vão às mil maravilhas.
Que o diga os servidores públicos deste país, em vias de paralização nacional.
Que o diga os caminhoneiros, aposentados, professores, médicos e contribuintes em geral.
Que governo é esse?
Sinceramente eu previa uma administração difícil em função das questões de gênero e talz, mas não imaginava o quanto esta criatura poderia jogar pesado...
Essa senhora me envergonha enquanto mulher e governante,
não me sinto representada por ela e nem pela sua forma de governar.
Será que era isso que se esperava de uma-mulher-na-presidência?
Será que o PT leva a próxima eleição?
O leva outra coisa?

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